Autor: Val McDermid
Editora: Gótica
Número de páginas: 416
Sinopse:
"Cometer um homicídio é como magia. A leveza da mão... o engano do olho.
Dezenas de raparigas adolescentes estão desaparecidas no Reino Unido. As autoridades estão convencidas de que fugiram de casa e que estão ligadas apenas pelo azar de uma selecção aleatória. Os investigadores criminais Dr. Tony Hill e Carol Jordan são incumbidos de procurar um padrão. Passaram anos a explorar as mentes de loucos. Porém, os homens sãos também matam. E quando se escondem à vista de todos pode ser difícil encontrá-los...
E aquilo que podem fazer é aterrador.
Ele é bonito e talentoso, rico e famoso - um homem reconhecido pelo seu encanto, com poder de sedução... e vontade de destruir. Ninguém acredita no que ele é capaz de fazer. Ninguém imagina aquilo que já fez. E ninguém faz ideia do que está prestes a fazer. Até uma das alunas de Hill ser assassinada - o primeiro passo num jogo doentio e violento para três jogadores. E, de todos os assassinos que Hill e Jordan já caçaram, nenhum foi tão implacável, tão aterradoramente inteligente e tão brilhantemente esquivo como o assassino que está a caçá-los a eles..."
Críticas de imprensa
«Verdadeiramente assustadora. A capacidade de McDermid de entrar na mente doentia de um criminoso psicopata é extremamente convincente. A autora retrata de forma igualmente intensa as interacções, alianças e ciúmes mesquinhos que existem entre os investigadores. Uma escritora que vai ficando cada vez melhor.»
The Times
«Bom, inteligente, apaixonante.»
The New York Times Book Review
«Um romance policial psicológico soberbo.»
Cosmopolitan
«Horripulação garantida.»
Literary Review
Biografia do autor
Val lecionou Inglês em Oxford e foi também jornalista durante 16 anos, tempo após o qual se dedicou exclusivamente à escrita.
Em 1995 recebeu o prémio Gold Dagger para o melhor romance
policial do ano com O Canto das Sereias. Sentença de Morte foi galardoado com
o Los Angeles Time Book Prize, classificado como Notable Book of the Year pelo
New York Times, recebeu ainda os prémios Anthony, Macavity e Dilys para o
melhor livro e foi finalista do Edgar Award.
Também Killing the Shadows foi
eleito Notable Book of the Year pelo New York Times.
McDermid é também presença assídua em vários jornais britânicos, tais como BBC Radio 4 e BBC Radio Scotland.
Crítica pessoal
Por várias vezes me sentei à secretária com o objetivo de escrever sobre esta obra. É demasiado complicado caracterizar um livro ao qual recusei a entrada na minha mente. É um enredo degradante, perde a complexidade (bem como a qualidade) ao longo do passar das páginas.
As primeiras 100 páginas concedem-nos uma ideia de perfeição, a aceção plena deste conceito. Acontece que nada disto é real. Toda a ilusão de expressividade, ultrapassando a barreira do literário e atingindo quase uma terceira dimensão, a nível espacial, é totalmente irreal.
Inicialmente, congratulamos Val por conseguir uma miscelânea de sentimentos tão realista, tocante e perversa. Uma obra deveras macabra e chocante, concluímos. Não. Nada de ilusões, por favor. O auge desta história está nas cerca de 100 páginas inicias. Ponto final. Não há qualquer conclusão possível. O enredo não foi, absolutamente, bem conseguido. Às páginas tantas a personagem principal, a representante do Bem, é assassinada brutalmente pelo psycho Vance. Que sentido é atribuído então a tudo isto? Que espécie de Mal consegue atingir o leitor se não houver qualquer fator de comparação, capaz de nos impigir a moral? O Mal só persiste se algo o contrastar. Com a boxer fora do ringue, quem daria luta ao serial killer?
Não terminei a minha leitura. Não fui capaz. Pessoalmente, penso que Val falhou completamente nesta obra.
De qualquer das formas, não nos foquemos apenas nos aspetos negativos. Tal como mencionei anteriormente, Compulsão teve os seus cinco minutos de fama nas páginas iniciais. Há que felicitar a autora pelo tema escolhido: a prepotência das gentes com algum poder económico e reconhecimento. A ignorância dos seguidores que se baseiam apenas no que os órgãos de comunicação transmitem, ignorando completamente o facto de que até as figuras públicas têm, inevitavelmente, os seus podres e obsessões.
McDermid é também presença assídua em vários jornais britânicos, tais como BBC Radio 4 e BBC Radio Scotland.
Crítica pessoal
Por várias vezes me sentei à secretária com o objetivo de escrever sobre esta obra. É demasiado complicado caracterizar um livro ao qual recusei a entrada na minha mente. É um enredo degradante, perde a complexidade (bem como a qualidade) ao longo do passar das páginas.
As primeiras 100 páginas concedem-nos uma ideia de perfeição, a aceção plena deste conceito. Acontece que nada disto é real. Toda a ilusão de expressividade, ultrapassando a barreira do literário e atingindo quase uma terceira dimensão, a nível espacial, é totalmente irreal.
Inicialmente, congratulamos Val por conseguir uma miscelânea de sentimentos tão realista, tocante e perversa. Uma obra deveras macabra e chocante, concluímos. Não. Nada de ilusões, por favor. O auge desta história está nas cerca de 100 páginas inicias. Ponto final. Não há qualquer conclusão possível. O enredo não foi, absolutamente, bem conseguido. Às páginas tantas a personagem principal, a representante do Bem, é assassinada brutalmente pelo psycho Vance. Que sentido é atribuído então a tudo isto? Que espécie de Mal consegue atingir o leitor se não houver qualquer fator de comparação, capaz de nos impigir a moral? O Mal só persiste se algo o contrastar. Com a boxer fora do ringue, quem daria luta ao serial killer?
Não terminei a minha leitura. Não fui capaz. Pessoalmente, penso que Val falhou completamente nesta obra.
De qualquer das formas, não nos foquemos apenas nos aspetos negativos. Tal como mencionei anteriormente, Compulsão teve os seus cinco minutos de fama nas páginas iniciais. Há que felicitar a autora pelo tema escolhido: a prepotência das gentes com algum poder económico e reconhecimento. A ignorância dos seguidores que se baseiam apenas no que os órgãos de comunicação transmitem, ignorando completamente o facto de que até as figuras públicas têm, inevitavelmente, os seus podres e obsessões.


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